Olha eu aí!...voltei!
Quem achava que eu tinha desistido, enganou-se redondamente - ou talvez quadradamente - e vai ter que me engolir qual naquele comercial de cerveja hoje já meio antigo...como se houvesse alguma novidade neste segmento específico da publicidade carioca - a tal 'Zeca-hora' - cá pra nós, a melhor é a que ele faz o que sabe, cantar samba - como garoto-propaganda pode até impulsionar as vendas mas, pra mim, fica um pouco demais...sempre a mesma coisa - até simpático, mas já deu o que tinha que dar. E dos outros, só mesmo dando um desconto para 'a boa' da Juliana Paes, que também já saturou com o mesmo duplo sentido de sempre - a mala sem alça da última peça é meio que sintomática do que está virando.
A propósito, sou fã de quem (ou da equipe) que produz a(s) campanha(s) do Hortifruti, aí a coisa é realmente criativa, renovadora, instigante - me dá sempre prazer ver uma peça nova, inteligente, vendendo o peixe (no caso, os legumes e verduras) com o maior bom gosto e inventividade.
Voltando à minha ausência textual de quase três semanas, só eu sei como passei este mês com as contas sem conta correndo atrás de mim - acordado ou mesmo dormindo - como cães furiosos modendo meus calcanhares, recadinhos sempre mal disfarçando a voracidade dos credores...mas eis-me aqui, pronto para falar mais besteiras com a maior desenvoltura.
Dentro de mais alguns poucos dias, urdirei um texto mais longo e substancioso. Hoje é só para dar um alô e dizer que estou vivo (ao contrário do que possa perecer), nada morto (ao contrário do que possa parecer).
À bientôt!
recebi do Alessandro Penezzi, músico de São Paulo, três CDs: um que tem o
nome dele e dois outros em que ela atua - no Trio Quintessência e no Quarteto
Choro Rasgado - o cara é um violonista/compositor sensacional, primeiríssimo
time! É o tal incompreensível /inadmissível hiato cultural do Rio para com SP
que faz com que se perca coisas desse altíssimo nível!
sexta-feira, 28 de setembro de 2007
domingo, 9 de setembro de 2007
Já quase uma semana sem eu falar umas bobagens, estou preocupado - sempre me ocorrem aos borbotões, mas pouco as anoto e mais raramente as transcrevo...por que será?
Acho que é mais por falta de tempo mental do que de idéias.
Por exemplo, eu não consigo compreender porque o cupido foi errar as setas, deixando de levar ao altar Diogo Mainardi e Fernanda Young - que me perdoem os respectivos cônjuges da dupla, nada contra esses, mas os dois citados formariam o casal ideal, sem igual, figadal, etc. e tal...
Pensei também em criar uma coluna chamada "blo-bla-bla" (sim, seria o bla-bla-bla no blog da blague) - que tal?...compliquei demais?...acho que não. O criador sou eu, criei, tá criado. E fim de papo.
Quem quiser deitar falação, o espaço está franqueado.
Tenho escrito vários textículos reunidos numa coleção em aberto chamada "Minimal necessário" - já publiquei alguns destes 'drops' de sabores diversos num livreto...e por que não continuar publicando aqui?
Alguns exemplos:
"Forró do bão": roça-roça na roça
"Briga na Feira": rabo de arraiá
"Necking Henry": 'nabi' rato no rabinato
"Script-tease" - o escritor desnudou-se para os leitores
"Mestiçagem": Marcelo Cunha e Marcela, a cunhã
"Jogo duro": um rebelde com causa em plena andropausa
"Férias na estância": onde bois e turistas pastam em consonância
"Transição planetária": oxiGênesis
"Unplug me": fui 'lounge' demais!
"Você é um 'origami' quase perfeito - só lhe falta dobrar a língua" (já publicado).
Bem, ficam estes dez para dar início ao que tenciono tornar regular para não endoidar nem acumular pequenas reflexões cotidiárias, espasmos costumeiros - tendência interior a tornar sucinto o que sinto.
Na próxima edição, queiram ou não, outros virão!
Mais uma seção aberta: "Natureza dos Sons".
Aqui pretendo falar das últimas novidades musicais (CDs) que me tiraram do sério (embora isto não seja lá tão difícil - como vocês já devem ter notado - no caso de música é sim, para me chapar, tem de ser algo realemente especial).
Claro que haverá casos em que minha opinião não baterá com a sua, mas eu não tenho a menor pretensão de ser unanimidade nem de ser o fiel da balança.
É minha opinião, se você quiser pagar para ver (ou melhor, ouvir, no caso)...
"Redemoínho" - Paulo Freire (inst.)
"Pra Marte" - Maurício Pereira
"Cartas brasileiras" - Léa Freire (inst.)
"Juliana samba" - Juliana Amaral
"Con el permiso de Bola" - Francisco Cespedes y Gonzalo Rubalcaba
"Soul & Bossa" - Lisa Ono (edição japonesa) - com arranjos de Dori Caymmi,
Romero Lubambo e Mario Adnet.
"Sivuca Sinfônico" - Sivuca e Orquestra Sinfônica de Recife.
Claro que tem inúmeros outros excelentes lançamentos, mas dos que me chegaram às mãos, destaco esses..
E mais não digo.
Até a próxima!!!
Acho que é mais por falta de tempo mental do que de idéias.
Por exemplo, eu não consigo compreender porque o cupido foi errar as setas, deixando de levar ao altar Diogo Mainardi e Fernanda Young - que me perdoem os respectivos cônjuges da dupla, nada contra esses, mas os dois citados formariam o casal ideal, sem igual, figadal, etc. e tal...
Pensei também em criar uma coluna chamada "blo-bla-bla" (sim, seria o bla-bla-bla no blog da blague) - que tal?...compliquei demais?...acho que não. O criador sou eu, criei, tá criado. E fim de papo.
Quem quiser deitar falação, o espaço está franqueado.
Tenho escrito vários textículos reunidos numa coleção em aberto chamada "Minimal necessário" - já publiquei alguns destes 'drops' de sabores diversos num livreto...e por que não continuar publicando aqui?
Alguns exemplos:
"Forró do bão": roça-roça na roça
"Briga na Feira": rabo de arraiá
"Necking Henry": 'nabi' rato no rabinato
"Script-tease" - o escritor desnudou-se para os leitores
"Mestiçagem": Marcelo Cunha e Marcela, a cunhã
"Jogo duro": um rebelde com causa em plena andropausa
"Férias na estância": onde bois e turistas pastam em consonância
"Transição planetária": oxiGênesis
"Unplug me": fui 'lounge' demais!
"Você é um 'origami' quase perfeito - só lhe falta dobrar a língua" (já publicado).
Bem, ficam estes dez para dar início ao que tenciono tornar regular para não endoidar nem acumular pequenas reflexões cotidiárias, espasmos costumeiros - tendência interior a tornar sucinto o que sinto.
Na próxima edição, queiram ou não, outros virão!
Mais uma seção aberta: "Natureza dos Sons".
Aqui pretendo falar das últimas novidades musicais (CDs) que me tiraram do sério (embora isto não seja lá tão difícil - como vocês já devem ter notado - no caso de música é sim, para me chapar, tem de ser algo realemente especial).
Claro que haverá casos em que minha opinião não baterá com a sua, mas eu não tenho a menor pretensão de ser unanimidade nem de ser o fiel da balança.
É minha opinião, se você quiser pagar para ver (ou melhor, ouvir, no caso)...
"Redemoínho" - Paulo Freire (inst.)
"Pra Marte" - Maurício Pereira
"Cartas brasileiras" - Léa Freire (inst.)
"Juliana samba" - Juliana Amaral
"Con el permiso de Bola" - Francisco Cespedes y Gonzalo Rubalcaba
"Soul & Bossa" - Lisa Ono (edição japonesa) - com arranjos de Dori Caymmi,
Romero Lubambo e Mario Adnet.
"Sivuca Sinfônico" - Sivuca e Orquestra Sinfônica de Recife.
Claro que tem inúmeros outros excelentes lançamentos, mas dos que me chegaram às mãos, destaco esses..
E mais não digo.
Até a próxima!!!
segunda-feira, 3 de setembro de 2007
Tô de saco cheio de sempre prometer que vou começar a falar 'sério'/ sem tanta seriedade, ou melhor, fazer das blagues o motor do meu blog - isto depois de ver, numa publicação da prefeitura carioca - datada do mesmo mês (julho) que lancei, ainda que em caráter provisório, o meu 'blog da blague' - com o título 'a blague do blog' - é coincidência demais, pois não? Pois sim! Enfim, que seja...ou não...vale o registro.
Outro dia conversando com meu dileto amigo Salgado Maranhão, com quem troco, quase que diariamente, por telefone, impressões sobre fatos marcantes do cenário tragicômico da nosso tanto provinciano quanto metido a glamouroso balneário, nosso país surreal, nosso planeta claudicante...e, via de regra, além de trocarmos impressões num tom sério, fazemos algumas blagues, trocadilhos, enfim, tentamos elaborar, pelo humor, as mumunhas, misérias, mediocridades com que temos de conviver, nós mesmos parte delas...aliás, sempre renovamos nossa auto-crítica, o caráter de nos reconhecermos também ridículos, num certo sentido, pela própria efemeridade e pequenez de nossa curta existência...bem, outro dia, realizei que deveria ter um espaço onde poderia colocar essas reflexões - não só nossas, mas de tantos outros afins - onde todos pudessem ter acesso e, por que não, também se pronunciar, colaborar, se colocar...
Voltando ao Salgado, comentando ele sobre a miserável casta dos chamados "intocáveis" na Índia, pessoas que trabalham recolhendo fezes de uma casta 'superior' para gerar energia - e que são deprezados, pelos mesmos cagões, em função do trabalho que realizam - certas vezes têm de falar de costas com seus 'fornecedores', que os desprezam, que dirá serem tocados por estes...daí a denominação "intocáveis"- o Salgado, a despeito do dramático, quase desumano da situação, cunhou uma expressão que achei ótima: eles produzem "combostível"...bingo!!!
E como este procedimento (bastante razoável) não é realizado só na Índia, mas em vários outros países, penso que deveríamos implementá-lo no Brasil, onde tem muita gente fazendo merda (no mais amplo dos sentidos), concordam?
A propósito, orgulhosos do nosso combustível alternativo, poderíamos fazer um slogan cívico: "Etanol...Êta nóis!". Que tal a idéia?
(Atenção, eventuais espertalhões, se usarem quero o meu!!!)
Recebi dia desses um e-mail que achei que cabe bem aqui (dando sequência e , ao mesmo tempo, colocando uma pá de cal nos meus textos sobre o PAN e a vila- cidade-sede): "passada a temporada do ouro, da prata e do bronze...voltamos ao chumbo!!!". E haja munição e bala perdida!...difícil é achar o caminho para desviar dos desvairados projéteis...
Li num jornal, lá se vão umas duas semanas, uma entrevista do Eliezer Batista, em que ele cunha a chamada Nova Era como "New Was". Achei brilhante! Já pode ser 'blagueiro' como nós.
Será que procede a afirmativa que "o Rio só tem duas estações: verão e...inferno"? Isto só pode ser uma campanha para difamar nosso querido rincão - afinal, estamos passando por um "inverno rigoroso" este ano - que o digam as encapuzadas criaturas que trafegam qualquer dia que o termômetro baixa dos 20 graus (positivos)!!!...rs...imagine se morassem na Gelândia - tradução literal da Iceland/ Islândia, terra da cultuada Björk!
Agora que a mania, aqui vai o nosso "quizz" (será com um z ou dois? tanto faz, é o tipo da expressão pedante de colonizado que se quer culto):
- "por que as pessoas tossem tanto em concertos?"...é realmente irritante, senão
enlouquecedor ir assistir um concerto, show ou peça teatral e as pessoas terem
seus acessos de tosse sempre que há um intervalo, senão durante todo o enredo -
pode ser um problema recorrente de saúde, tique nervoso ou mesmo falta de
educação, mas nada justifica - se tem problema ou tique, leve um lenço e abafe
suas expressões de desconforto, ao invés de externar seus maus bocados de tosse
e irritação bronco- faríngica, que acabam irritando é quem está querendo ouvir
quem está se apresentando, sem falar no próprio artista - penso que num Theatro (com Th) Municipal, seria de bom alvitre serem distribuídas pequenas doses de xarope e/ou calmantes na entrada ou ainda, medida mais enérgica, retirar os recalcitrantes do recinto para atendimento médico numa enfermaria onde a vítima-algoz continuaria a ouvir/ver, numa TV, o concerto, mas sem estar mais atrapalhando quem não tem ouvido nem saco para ficar sendo interrompido por tossidores - ah, a burguesia brasuca!...sem nem este discreto charme!...que dirá etiqueta! Podem até me chamar de fresco ou neurótico, talvez eu até aceite a segunda hipótese, mas não mudo de opinião.
O 'jet set' caboclo é mau educado!!! E não adianta vir com diploma de colégio na
Suiça e similares - a "grossesse" não depende disso...
A propósito, lendo outro dia um texto de Tavinho Paes no "Cronópios" (muito bem recomendado a mim pelo amigo Val...Deville), ele transcreve uma citação do poeta Kairo Trindade parafraseando Castro Alves: "a praça é do povo...menos o palanque e o microfone". Bela sacada, oportuna, atualíssima!
Por falar em Z, o sempre inteligente Zeca Baleiro, lançou há pouco um CD com participações dele em vários projetos, com o sugestivo nome de "Lado Z".
E ainda falando sobre o Zeca, acho que, ao contrário do que foi falado acima sobre a tosse de alguns quando o silêncio se faz necessário, concordo com ele que, em certas ocasiões, temos mais é que se fazer muito barulho para que as pessoas nos ouçam e não nos cooptemos com certos "cansados" idiotas silenciadores, vis deturpadores de consciências. Findo o show, Zeca trajava uma sugestiva camiseta onde estava escrito: "I can say". Na mosca!
Está em vias de se tornar oficial uma nova Associação - assim como a A.A.A. (Associação dos Alcoólicos Anônimos"), a A.N.A. (Associação dos Neuróticos
Anônimos") e outras, está se formando a A.M.A. (Associação dos Maconheiros Anônimos) - só um detalhe, ninguém terá número de carteira ou compromisso de horário...pra não ter que se lembrar de alguma coisa - para evitar problemas maiores, recomenda-se o participante só acender seu baseado depois do término das reuniões...o lema dos associados será: "um(zinho) por todos, todos futum!"
Avacalheiros, saibam que o seu Réunan não poderá ficar incollorme!
Um africano: Idi Amin Dadá
Um brasileiro: Vinde a mim.Vavá (irmão do da Silva que não sabe de nada)
E a máxima das máximas (publicada há não muito tempo na grande imprensa):
"Que me perdoe meu sogro (Chico Burque), mas o maior compositor do Brasil não é ele, mas sim Michel Sullivan" (Carlinhos Brown).
Com esta "pérola", encerra-se a "histó(é)rica" edição de hoje.
Ainda carente de bons textos e boas tiradas, pelo menos me sinto mais aliviado, está aberta a temporada de blagues!!!
Outro dia conversando com meu dileto amigo Salgado Maranhão, com quem troco, quase que diariamente, por telefone, impressões sobre fatos marcantes do cenário tragicômico da nosso tanto provinciano quanto metido a glamouroso balneário, nosso país surreal, nosso planeta claudicante...e, via de regra, além de trocarmos impressões num tom sério, fazemos algumas blagues, trocadilhos, enfim, tentamos elaborar, pelo humor, as mumunhas, misérias, mediocridades com que temos de conviver, nós mesmos parte delas...aliás, sempre renovamos nossa auto-crítica, o caráter de nos reconhecermos também ridículos, num certo sentido, pela própria efemeridade e pequenez de nossa curta existência...bem, outro dia, realizei que deveria ter um espaço onde poderia colocar essas reflexões - não só nossas, mas de tantos outros afins - onde todos pudessem ter acesso e, por que não, também se pronunciar, colaborar, se colocar...
Voltando ao Salgado, comentando ele sobre a miserável casta dos chamados "intocáveis" na Índia, pessoas que trabalham recolhendo fezes de uma casta 'superior' para gerar energia - e que são deprezados, pelos mesmos cagões, em função do trabalho que realizam - certas vezes têm de falar de costas com seus 'fornecedores', que os desprezam, que dirá serem tocados por estes...daí a denominação "intocáveis"- o Salgado, a despeito do dramático, quase desumano da situação, cunhou uma expressão que achei ótima: eles produzem "combostível"...bingo!!!
E como este procedimento (bastante razoável) não é realizado só na Índia, mas em vários outros países, penso que deveríamos implementá-lo no Brasil, onde tem muita gente fazendo merda (no mais amplo dos sentidos), concordam?
A propósito, orgulhosos do nosso combustível alternativo, poderíamos fazer um slogan cívico: "Etanol...Êta nóis!". Que tal a idéia?
(Atenção, eventuais espertalhões, se usarem quero o meu!!!)
Recebi dia desses um e-mail que achei que cabe bem aqui (dando sequência e , ao mesmo tempo, colocando uma pá de cal nos meus textos sobre o PAN e a vila- cidade-sede): "passada a temporada do ouro, da prata e do bronze...voltamos ao chumbo!!!". E haja munição e bala perdida!...difícil é achar o caminho para desviar dos desvairados projéteis...
Li num jornal, lá se vão umas duas semanas, uma entrevista do Eliezer Batista, em que ele cunha a chamada Nova Era como "New Was". Achei brilhante! Já pode ser 'blagueiro' como nós.
Será que procede a afirmativa que "o Rio só tem duas estações: verão e...inferno"? Isto só pode ser uma campanha para difamar nosso querido rincão - afinal, estamos passando por um "inverno rigoroso" este ano - que o digam as encapuzadas criaturas que trafegam qualquer dia que o termômetro baixa dos 20 graus (positivos)!!!...rs...imagine se morassem na Gelândia - tradução literal da Iceland/ Islândia, terra da cultuada Björk!
Agora que a mania, aqui vai o nosso "quizz" (será com um z ou dois? tanto faz, é o tipo da expressão pedante de colonizado que se quer culto):
- "por que as pessoas tossem tanto em concertos?"...é realmente irritante, senão
enlouquecedor ir assistir um concerto, show ou peça teatral e as pessoas terem
seus acessos de tosse sempre que há um intervalo, senão durante todo o enredo -
pode ser um problema recorrente de saúde, tique nervoso ou mesmo falta de
educação, mas nada justifica - se tem problema ou tique, leve um lenço e abafe
suas expressões de desconforto, ao invés de externar seus maus bocados de tosse
e irritação bronco- faríngica, que acabam irritando é quem está querendo ouvir
quem está se apresentando, sem falar no próprio artista - penso que num Theatro (com Th) Municipal, seria de bom alvitre serem distribuídas pequenas doses de xarope e/ou calmantes na entrada ou ainda, medida mais enérgica, retirar os recalcitrantes do recinto para atendimento médico numa enfermaria onde a vítima-algoz continuaria a ouvir/ver, numa TV, o concerto, mas sem estar mais atrapalhando quem não tem ouvido nem saco para ficar sendo interrompido por tossidores - ah, a burguesia brasuca!...sem nem este discreto charme!...que dirá etiqueta! Podem até me chamar de fresco ou neurótico, talvez eu até aceite a segunda hipótese, mas não mudo de opinião.
O 'jet set' caboclo é mau educado!!! E não adianta vir com diploma de colégio na
Suiça e similares - a "grossesse" não depende disso...
A propósito, lendo outro dia um texto de Tavinho Paes no "Cronópios" (muito bem recomendado a mim pelo amigo Val...Deville), ele transcreve uma citação do poeta Kairo Trindade parafraseando Castro Alves: "a praça é do povo...menos o palanque e o microfone". Bela sacada, oportuna, atualíssima!
Por falar em Z, o sempre inteligente Zeca Baleiro, lançou há pouco um CD com participações dele em vários projetos, com o sugestivo nome de "Lado Z".
E ainda falando sobre o Zeca, acho que, ao contrário do que foi falado acima sobre a tosse de alguns quando o silêncio se faz necessário, concordo com ele que, em certas ocasiões, temos mais é que se fazer muito barulho para que as pessoas nos ouçam e não nos cooptemos com certos "cansados" idiotas silenciadores, vis deturpadores de consciências. Findo o show, Zeca trajava uma sugestiva camiseta onde estava escrito: "I can say". Na mosca!
Está em vias de se tornar oficial uma nova Associação - assim como a A.A.A. (Associação dos Alcoólicos Anônimos"), a A.N.A. (Associação dos Neuróticos
Anônimos") e outras, está se formando a A.M.A. (Associação dos Maconheiros Anônimos) - só um detalhe, ninguém terá número de carteira ou compromisso de horário...pra não ter que se lembrar de alguma coisa - para evitar problemas maiores, recomenda-se o participante só acender seu baseado depois do término das reuniões...o lema dos associados será: "um(zinho) por todos, todos futum!"
Avacalheiros, saibam que o seu Réunan não poderá ficar incollorme!
Um africano: Idi Amin Dadá
Um brasileiro: Vinde a mim.Vavá (irmão do da Silva que não sabe de nada)
E a máxima das máximas (publicada há não muito tempo na grande imprensa):
"Que me perdoe meu sogro (Chico Burque), mas o maior compositor do Brasil não é ele, mas sim Michel Sullivan" (Carlinhos Brown).
Com esta "pérola", encerra-se a "histó(é)rica" edição de hoje.
Ainda carente de bons textos e boas tiradas, pelo menos me sinto mais aliviado, está aberta a temporada de blagues!!!
sexta-feira, 24 de agosto de 2007
Pois é, acabei não tendo tempo nem cabeça para cumprir minha promessa da mensagem anterior - mas agora tem que rolar, devo satisfações aos meus 'inúmeros' leitores, muito particularmente à minha querida sobrinha gata e a um novo amigo (bem mais da sobrinha do que de mim, no que já mostra sua sabedoria) de muitas virtudes e uma grande cabeça. A eles, minhas boas vindas!
Hei de começar, nos próximos dias, uma nova fase - vitoriosa, espero - do meu blog, cujo título, em tão pouco tempo, já foi copiado ao contrário por um comunicador do governo municipal! Enfim, pelo menos alguém viu, leu, gostou da idéia, fez uma adaptação e lançou...já posso me gabar que já tenho imitadores! e, sem ressentimento, tenho muita vontade de fazer deste espaço uma tribuna desopilante, um escoadouro dos desabafos frente às tantas mumunhas que nos empobrecem, um lugar para o esgar, a chance de gargalhar sem ser uma hiena do sistema.
Os risos unidos jamais serão vencidos!
Tenho desdito!
Hei de começar, nos próximos dias, uma nova fase - vitoriosa, espero - do meu blog, cujo título, em tão pouco tempo, já foi copiado ao contrário por um comunicador do governo municipal! Enfim, pelo menos alguém viu, leu, gostou da idéia, fez uma adaptação e lançou...já posso me gabar que já tenho imitadores! e, sem ressentimento, tenho muita vontade de fazer deste espaço uma tribuna desopilante, um escoadouro dos desabafos frente às tantas mumunhas que nos empobrecem, um lugar para o esgar, a chance de gargalhar sem ser uma hiena do sistema.
Os risos unidos jamais serão vencidos!
Tenho desdito!
segunda-feira, 13 de agosto de 2007
Para, PAN!
Hoje está completando um mês do lançamento do 'blagdablogue' e tenho de admitir que tratou-se de um retumbante fracasso - não sem razão: foi tipo missão secreta , quase ninguém ficou sabendo, logo não daria mesmo para ter acessos, entradas, respostas, comentários.
Hoje, ainda sobre a égide do PAN, agora PARA (com todo respeito, já 'tá bom de parar com esse troço!), me tomo de brios olímpicos e prometo que ainda esta semana farei um relançamento em novo estilo, novo formato, textos curtos, colaborações...tudo que possa fazer de nossa vidinha um tanto sem graça, algo tanto risível quanto útil.
Isto é um convite!
Benvindos os ricos de espírito, os bem humorados, os sãos!
Abraço grande!
*Aguardem, muito em breve o site estará re-al-men-te bombando...
segunda-feira, 30 de julho de 2007
PAN...PAN...PAN...PAN!!!...
(Até tu, Beethoven?)
Aaacccaaabbbooouuu!!!...ecoa a exclamação do comentarista-mór das Organizações ....
Fim de festa!... Bueno, meno male, Galvão! Não liga não para os que dizem que você é "uma das viúvas" do Ayrton Senna, além da Galisteu...esse povo tem é inveja do seu contrato de muitos milhões com a RG, para ser o animador (MC) de toda e qualquer festança esportiva - desta vez ladeado pelo hiper emotivo grandalhão Oscar e a super lacônica 'mignon' (em termos) Hortência - mesmo quando qualquer equipe dá vexame, você anima o reclame - dê de ombros para "essa gente que cultiva a hipocrisia" como bem disse o genial Noel (0 Rosa) - ele sem queixo e eu sem queixa: confesso que previ uma hecatombe ufanista, mas devo reconhecer que a xenofobia foi menos devastadora do que o previsto. E os turistas, hein?... enlouqueceram comprando tudo o que encontraram a preços astronômicos - tanto quanto os ingressos que, nas mãos de cambistas, funcionários das empresas patrocinadoras, amigos e parentes de políticos, rolaram frouxo...como de hábito.
Deu até para verter algumas patrióticas lágrimas (de crocodilo angustiado com a iminente perspectiva de ser caçado e virar bolsa ou sapato) quando, tomado pelo descuido, festejei pelos desvalidos/despossuídos/marginalizados/simplórios que chegaram ao pódio, alguns ao ouro - só na medalha, é claro - o ouro mesmo, continua nas mãos dos de sempre, dos coloninvasores que o levaram por séculos e dos recentes organizadores, sua família e amigos próximos - o que seria meritório, não fosse nepótico...mas...acorda, cara!... isto aqui é Brasil, se não fosse assim, não teria sido. E tudo correu bem (principalmente os atletas do 4 X 100 e outros mais nas pistas, além do mineiro Franck, mantendo o fogo alto na Caldeira, virando salvador da pátria no Aterro), enfim...parecia mesmo que estávamos no Primeiro Mundo...mas, convenhamos esse negócio de Primeiro, Segundo, Terceiro, Quarto Mundo tem lá suas relatividades, não é mesmo? E, nunca esquecer, os últimos podem ser os primeiros...ou versa-vice, não é mesmo, sinhô José de Lulalencar?
Verdade é que até o inverno chegou com cara de Hemisfério Norte. E, coincidência ou não, o céu voltou a ficar azul, o sol a brilhar, justo hoje pela manhã, dia posterior ao apagar da pira...que, 'pera lá, chegou a dar uma apagada, mas reacendeu de novo, até se extinguir no sopro gracioso da 'dupla dinâmica' que fechou os trabalhos...
Pouco importa se a delegação de Cuba (uma boa parte, alguns deram -se sumiço) se mandou um dia antes do fim do evento - e ainda assim ficou em segundo lugar no quadro de medalhas - cinco de ouro à frente do Brasil, que o presidente tenha magoado e se ausentado do encerramento (onde mesmo assim foi vaiado, tal qual o alferes noviciado e o sorridente governador aliado dos gracejos do chefe do executivo), se os USA, a despeito de ter mandado um bosta de um jornalista e seus times colegiais/universitários, deu um vareio no total de medalhas...mesmo com tudo isso "foi bonita a festa, pá"...o suficiente para encher de orgulho nossos conterrâneos carentes de algo para dar uma lustrada no combalido ego patriótico e elaborar a tristeza pelo lamentável acidente aéreo e a bandalheira no Planalto Central.
Vamos ver agora na sequência! Os bandidos decretaram o fim das férias! Será que fica a Guarda Nacional e dá conta? Será que vai aparecer verba para contratar mais os milhares de policiais extras que garantiram a calma?...difícil, mas tomara que não volte tudo à vaca fria do cruel dia a dia na cidade emPANada.
Bem, só tempo dirá!
Ontem à noite, vi da minha janela, uma singela vovó calçando suas PANtufas, com uma (x)(ch)ícara na mão, certamente se preparando para ir deitar-se debaixo das cobertas - e sonhar com os dias em que o Brasil fez bonito (com algumas ressalvas de chefes de torcida, cometaristas de ocsasião e outros PANcadões demenciais)!
Eu, aliviado, também me recolhi. Sonhei com outra coisa. Acordei e dei de cara com o real.
Hoje é "dia de branco". O melhor já passou!
*Um aviso importante: de hoje em diante, o nosso blog será para manifestações de todo tipo
crítico e tamanho - não necessariamente crônicas ou similares. Agora sim vai começar a festa
do sarcasmo, da ironia, da mordacidade. Uma frase basta! Mãos e mentes à obra!!! Haja humor,
Agamenon/Cassetas e todos os demais aliados da fanfarra, para suportar o peso da realidade psicotropicanalha que nos assalta (literalmente)! Avante, 'fuzileiros da fuzarca'!!!...'le jour de gloi(ri)re est arrivé'!
(Até tu, Beethoven?)
Aaacccaaabbbooouuu!!!...ecoa a exclamação do comentarista-mór das Organizações ....
Fim de festa!... Bueno, meno male, Galvão! Não liga não para os que dizem que você é "uma das viúvas" do Ayrton Senna, além da Galisteu...esse povo tem é inveja do seu contrato de muitos milhões com a RG, para ser o animador (MC) de toda e qualquer festança esportiva - desta vez ladeado pelo hiper emotivo grandalhão Oscar e a super lacônica 'mignon' (em termos) Hortência - mesmo quando qualquer equipe dá vexame, você anima o reclame - dê de ombros para "essa gente que cultiva a hipocrisia" como bem disse o genial Noel (0 Rosa) - ele sem queixo e eu sem queixa: confesso que previ uma hecatombe ufanista, mas devo reconhecer que a xenofobia foi menos devastadora do que o previsto. E os turistas, hein?... enlouqueceram comprando tudo o que encontraram a preços astronômicos - tanto quanto os ingressos que, nas mãos de cambistas, funcionários das empresas patrocinadoras, amigos e parentes de políticos, rolaram frouxo...como de hábito.
Deu até para verter algumas patrióticas lágrimas (de crocodilo angustiado com a iminente perspectiva de ser caçado e virar bolsa ou sapato) quando, tomado pelo descuido, festejei pelos desvalidos/despossuídos/marginalizados/simplórios que chegaram ao pódio, alguns ao ouro - só na medalha, é claro - o ouro mesmo, continua nas mãos dos de sempre, dos coloninvasores que o levaram por séculos e dos recentes organizadores, sua família e amigos próximos - o que seria meritório, não fosse nepótico...mas...acorda, cara!... isto aqui é Brasil, se não fosse assim, não teria sido. E tudo correu bem (principalmente os atletas do 4 X 100 e outros mais nas pistas, além do mineiro Franck, mantendo o fogo alto na Caldeira, virando salvador da pátria no Aterro), enfim...parecia mesmo que estávamos no Primeiro Mundo...mas, convenhamos esse negócio de Primeiro, Segundo, Terceiro, Quarto Mundo tem lá suas relatividades, não é mesmo? E, nunca esquecer, os últimos podem ser os primeiros...ou versa-vice, não é mesmo, sinhô José de Lulalencar?
Verdade é que até o inverno chegou com cara de Hemisfério Norte. E, coincidência ou não, o céu voltou a ficar azul, o sol a brilhar, justo hoje pela manhã, dia posterior ao apagar da pira...que, 'pera lá, chegou a dar uma apagada, mas reacendeu de novo, até se extinguir no sopro gracioso da 'dupla dinâmica' que fechou os trabalhos...
Pouco importa se a delegação de Cuba (uma boa parte, alguns deram -se sumiço) se mandou um dia antes do fim do evento - e ainda assim ficou em segundo lugar no quadro de medalhas - cinco de ouro à frente do Brasil, que o presidente tenha magoado e se ausentado do encerramento (onde mesmo assim foi vaiado, tal qual o alferes noviciado e o sorridente governador aliado dos gracejos do chefe do executivo), se os USA, a despeito de ter mandado um bosta de um jornalista e seus times colegiais/universitários, deu um vareio no total de medalhas...mesmo com tudo isso "foi bonita a festa, pá"...o suficiente para encher de orgulho nossos conterrâneos carentes de algo para dar uma lustrada no combalido ego patriótico e elaborar a tristeza pelo lamentável acidente aéreo e a bandalheira no Planalto Central.
Vamos ver agora na sequência! Os bandidos decretaram o fim das férias! Será que fica a Guarda Nacional e dá conta? Será que vai aparecer verba para contratar mais os milhares de policiais extras que garantiram a calma?...difícil, mas tomara que não volte tudo à vaca fria do cruel dia a dia na cidade emPANada.
Bem, só tempo dirá!
Ontem à noite, vi da minha janela, uma singela vovó calçando suas PANtufas, com uma (x)(ch)ícara na mão, certamente se preparando para ir deitar-se debaixo das cobertas - e sonhar com os dias em que o Brasil fez bonito (com algumas ressalvas de chefes de torcida, cometaristas de ocsasião e outros PANcadões demenciais)!
Eu, aliviado, também me recolhi. Sonhei com outra coisa. Acordei e dei de cara com o real.
Hoje é "dia de branco". O melhor já passou!
*Um aviso importante: de hoje em diante, o nosso blog será para manifestações de todo tipo
crítico e tamanho - não necessariamente crônicas ou similares. Agora sim vai começar a festa
do sarcasmo, da ironia, da mordacidade. Uma frase basta! Mãos e mentes à obra!!! Haja humor,
Agamenon/Cassetas e todos os demais aliados da fanfarra, para suportar o peso da realidade psicotropicanalha que nos assalta (literalmente)! Avante, 'fuzileiros da fuzarca'!!!...'le jour de gloi(ri)re est arrivé'!
terça-feira, 24 de julho de 2007
Estou em meio ao PAN, acobertado por medalhas conquistadas - não por mim, mas pelos heróicos combatentes nos tatames e camas da vila olímpica, nas pistas e nos aparelhos, nas quadras e nos campos, enfim por toda cidade PANamericariocada.
Entramos na última semana de competições e já sonho em trafegar com as dificuldades de costume, mas sem a loucura histérica dos aficcionados do esporte.
Podem me acusar de falta de humor e espírito olímpico, mas não se trata disso - é que tudo que é demais, cansa e, principalmente, quando sabemos tratar-se, acima de qualquer outra coisa, de um jogo político de interesses - uma nuvem cinzenta que paira sobre qualquer ideal ou ideologia - aliás, após a famosa vaia, o vexame da torcida contra os juízes no judô, a legítima reação dos cubanos e tudo o mais, mostra bem que o espírito não é tão olímpico assim - quando ganhamos, tudo é festa, quando perdemos, a torcida resolve jogar objetos nos juízes e atletas...aí fica claro que o terceiromundismo, conceito criado para nos diminuir no teatro geofísico mundial, ainda tem suas razões para nos estigmatizar - e ratificado principalmente quando se manifesta contra outro país da mesma linha...sujeito a tantas intempéries sociais e políticas mas que, justiça seja feita, tem um magnífico plantel de atletas campeões.
É, aprender a perder ainda é o nosso 'calcanhar de aquiles'.
Talvez vocês pensem - e com razão - que o presente texto não tem lá muita graça, mas acho que falar sério é preciso - ninguém vive só de piadas e trocadilhos , não é mesmo?
E para não perder o tom, ouro, prata e bronze são metais cobiçados no PAN, mas ainda fico com os diamantes - eles são eternos!...e embora eu nunca os tivesse comigo, sonho com Lucy in the sky...ouço os Beatles, misturo com um bom samba de Cartola na voz de Marcos Sacramento - com certeza no ponto mais alto do pódium - e sigo firme rumo ao domingo 29 quando tudo será apenas a lembrança de certos dias de glória, outros de decepção, todos de confusão, mas que passarão a fazer parte da história do balneário olímpico.
Um dia direi para os meus netos: meninos, eu vi!...pela televisão! (nem que eu quisesse, os cambistas não me dariam outra opção).
Rio de julho, terça-feira chuvosa, 24/7/07
Entramos na última semana de competições e já sonho em trafegar com as dificuldades de costume, mas sem a loucura histérica dos aficcionados do esporte.
Podem me acusar de falta de humor e espírito olímpico, mas não se trata disso - é que tudo que é demais, cansa e, principalmente, quando sabemos tratar-se, acima de qualquer outra coisa, de um jogo político de interesses - uma nuvem cinzenta que paira sobre qualquer ideal ou ideologia - aliás, após a famosa vaia, o vexame da torcida contra os juízes no judô, a legítima reação dos cubanos e tudo o mais, mostra bem que o espírito não é tão olímpico assim - quando ganhamos, tudo é festa, quando perdemos, a torcida resolve jogar objetos nos juízes e atletas...aí fica claro que o terceiromundismo, conceito criado para nos diminuir no teatro geofísico mundial, ainda tem suas razões para nos estigmatizar - e ratificado principalmente quando se manifesta contra outro país da mesma linha...sujeito a tantas intempéries sociais e políticas mas que, justiça seja feita, tem um magnífico plantel de atletas campeões.
É, aprender a perder ainda é o nosso 'calcanhar de aquiles'.
Talvez vocês pensem - e com razão - que o presente texto não tem lá muita graça, mas acho que falar sério é preciso - ninguém vive só de piadas e trocadilhos , não é mesmo?
E para não perder o tom, ouro, prata e bronze são metais cobiçados no PAN, mas ainda fico com os diamantes - eles são eternos!...e embora eu nunca os tivesse comigo, sonho com Lucy in the sky...ouço os Beatles, misturo com um bom samba de Cartola na voz de Marcos Sacramento - com certeza no ponto mais alto do pódium - e sigo firme rumo ao domingo 29 quando tudo será apenas a lembrança de certos dias de glória, outros de decepção, todos de confusão, mas que passarão a fazer parte da história do balneário olímpico.
Um dia direi para os meus netos: meninos, eu vi!...pela televisão! (nem que eu quisesse, os cambistas não me dariam outra opção).
Rio de julho, terça-feira chuvosa, 24/7/07
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